Site no Dia

Porque ter um site próprio

Faz um teste rápido. Pega no telemóvel e procura no Google o que o teu negócio faz, na tua zona. «Cabeleireiro em Braga». «Canalizador em Setúbal». «Restaurante em Faro». Apareces? Se não apareces, o cliente que estava a fazer essa pesquisa acabou de encontrar outro. Ligou-lhe, marcou, pagou. Podia ter sido a ti. Não foi, porque tu não estavas lá. É assim de simples: quem procura no Google e não te encontra, compra ao lado. Todos os dias, sem barulho, sem aviso. Esta página explica-te porque é que um site próprio resolve isso, o que ganhas com ele e quanto custa a sério. Sem tretas, sem palavras caras.

O teu negócio existe no Google?

Para a maioria das pessoas, o que não aparece no Google não existe. Duro? Talvez. Mas é assim que os teus clientes funcionam. Antes de ligar, pesquisam. Antes de entrar numa loja, pesquisam. Antes de confiar, pesquisam. E fazem-no a qualquer hora: às 23h no sofá, ao domingo de manhã, na pausa do almoço.

Quando alguém pesquisa o teu nome e não encontra nada, acontece uma de duas coisas. Ou desiste e escolhe um concorrente que aparece, ou fica com um pé atrás: «este negócio será sério?». Nenhuma das duas te convém.

Agora imagina o contrário. Alguém pesquisa e encontra uma página tua, com o teu nome, os teus serviços, o teu contacto, fotos do teu trabalho. Em dez segundos essa pessoa sabe o que fazes, onde estás e como falar contigo. Acabaste de ganhar um cliente que nunca tinha ouvido falar de ti. Foi o site que trabalhou por ti, e não te pediu comissão.

Não precisas de ser o primeiro resultado do país. Precisas de aparecer quando alguém procura o que fazes, onde o fazes. Um site bem feito, com os textos certos, trata disso.

O que um site te dá que mais nada dá

Um site próprio é a tua casa na internet. E casa própria é diferente de casa arrendada. Ninguém te muda as regras, ninguém te fecha a porta, ninguém decide por ti o que os teus clientes veem. O espaço é teu, o conteúdo é teu, os contactos que chegam são teus.

Está aberto 24 horas por dia, 365 dias por ano. Enquanto dormes, o teu site apresenta os teus serviços, mostra os teus preços, recebe pedidos de contacto. É o único vendedor que não tira férias, não adoece e não pede aumento.

Dá-te credibilidade instantânea. Dois negócios iguais, mesmo serviço, mesmo preço. Um tem site com domínio próprio e email profissional. O outro só tem um número de telemóvel escrito num anúncio. Em qual confias mais? Os teus clientes fazem essa conta em segundos, mesmo sem darem por isso.

E põe-te nas pesquisas. O Google só pode mostrar o que existe. Cada página do teu site é uma porta de entrada: quem pesquisa os teus serviços, a tua zona ou o teu nome tem por onde chegar até ti.

Junta tudo e percebes porque é que um site não é um luxo nem um capricho. É a ferramenta de trabalho mais barata que vais ter: encontra clientes, gera confiança e vende, tudo ao mesmo tempo.

E as redes sociais, não chegam?

As redes sociais são úteis. Continua a usá-las. Mas achar que substituem um site é um erro que custa clientes, e explicamos porquê.

Primeiro, o algoritmo esconde-te. Publicas para 800 seguidores e a publicação chega a 40, se tiveres sorte. A rede decide quem vê o quê, e a tendência é clara: cada vez menos alcance, a não ser que pagues. Trabalhaste anos para juntar seguidores e agora tens de pagar para falar com eles.

Segundo, o perfil não é teu. Está emprestado. As regras mudam sem te perguntarem, e há contas suspensas por engano que demoram semanas a recuperar, quando recuperam. Se o teu negócio vive só numa rede social, o teu negócio está nas mãos de uma empresa que nem sabe que existes.

Terceiro, uma rede social não te dá email próprio, não te dá um domínio com o teu nome, não te deixa organizar a informação como queres. Quem chega ao teu perfil vê uma pilha de publicações por ordem de data. Quem chega ao teu site vê exatamente o que queres mostrar, pela ordem que escolheste: serviços, preços, contacto.

A conclusão certa não é «redes ou site». É perceber o papel de cada um: as redes empurram, o site fecha a venda. A publicação desperta curiosidade; o site responde às perguntas, mostra o trabalho e recebe o pedido. Um sem o outro é meio caminho.

Domínio próprio: o teu nome é teu

O domínio é o teu endereço na internet: oteunegocio.pt. Curto, fácil de dizer ao telefone, fácil de pôr no cartão, na carrinha, na montra. Compara «vai a oteunegocio.pt» com «procura-me no Facebook, é o perfil com a foto do logótipo». Não há comparação.

Ter domínio próprio é registar o teu nome antes que outro o faça. Sim, acontece: um concorrente, um espertalhão, alguém que quer revender-to mais tarde. O registo custa pouco; recuperar um nome que já foi registado por outro pode custar muito, ou ser impossível.

E o domínio dá-te independência. Podes mudar de fornecedor, de plataforma, de tudo: o endereço continua teu e os clientes continuam a encontrar-te no mesmo sítio. É um património do negócio, como a marca ou o número de telefone que toda a gente já decorou.

Nos nossos planos, o registo do domínio já está incluído. Escolhes o nome, nós tratamos do resto.

Email profissional: a diferença entre @gmail e @oteunegocio.pt

Lê estes dois remetentes: manelcanalizador73@gmail.com e geral@canalizacoesmanel.pt. Qual deles orçamenta uma obra de milhares de euros? O serviço pode ser exatamente o mesmo. A primeira impressão não é.

Um email com o teu domínio diz três coisas antes de o cliente abrir a mensagem: que o negócio é a sério, que investe na própria imagem e que não desaparece amanhã. Um @gmail diz que ainda não deste esse passo. Em decisões de compra, estes detalhes pesam mais do que parece.

Há também um lado prático. O email profissional é do negócio, não da pessoa. Podes criar geral@, orcamentos@, reservas@, e se um dia tiveres uma equipa, cada pessoa tem o seu endereço com a mesma cara. Tudo alinhado, tudo com o teu nome.

E há o lado da confiança nas caixas de entrada: uma mensagem enviada do teu domínio, com tudo bem configurado, inspira mais confiança do que mais um gmail no meio de centenas. Quando envias orçamentos e confirmações, isso conta.

No Site no Dia, o email profissional vem incluído e configurado. Não tens de perceber de servidores nem de registos DNS. Recebes o acesso e começas a usar.

Quanto custa, afinal?

A pergunta certa. E a resposta é melhor do que esperas.

O plano Selfie custa 75 €, pagamento único. Uma página profissional com o teu nome, os teus serviços e os teus contactos, com domínio, alojamento e email incluídos no primeiro ano. Sem mensalidade. Pagas uma vez e o site é teu, online, a trabalhar.

Se queres mais, o plano Business custa 14,99 €/mês: até 3 páginas, formulário de contacto ou reservas, e manutenção contínua. Nós mantemos tudo a funcionar e atualizado; tu tratas do teu negócio. Para quem quer ir mais longe, o Premium, por 49 €/mês, dá-te até 5 páginas, versão multilingue e backoffice para gerires conteúdos.

Tudo incluído significa mesmo tudo: domínio, alojamento, email, construção do site. Sem surpresas na fatura, sem extras escondidos, sem «a partir de» que depois triplica. O preço que lês é o preço que pagas.

Faz as contas ao contrário: quantos clientes precisas de ganhar para pagar 75 €? Para a maioria dos negócios, um. Um único cliente que te encontrou no Google em vez de encontrar o concorrente, e o site já se pagou. Tudo o que vier depois é lucro.

E se tens pressa a sério, existe o Modo Flash: entrega urgente por um acréscimo único de +25 € no Selfie (2 a 4 horas), +50 € no Business (6 a 10 horas) ou +100 € no Premium (24 a 48 horas). Para quando o site tem de estar online hoje, não para a semana.

E se eu não perceber nada disto?

Ainda bem que perguntas, porque é exatamente para isso que existimos. Não tens de perceber de domínios, alojamento, DNS, SEO ou qualquer outra sigla. Não tens de escolher templates, nem de arrastar blocos numa plataforma qualquer, nem de ver tutoriais até às tantas.

O processo é este: respondes a um briefing online, umas perguntas simples sobre o teu negócio, e demora poucos minutos. O que fazes, onde estás, como queres que os clientes te contactem. A partir daí, nós tratamos de tudo: o texto, o aspeto, o domínio, o email, a parte técnica toda. Tu recebes o site pronto, com o teu nome, a funcionar.

Não precisas de saber o que quer dizer «alojamento» para ter um site excelente, tal como não precisas de perceber de mecânica para conduzir. Contrata quem percebe, e volta ao que sabes fazer melhor: o teu negócio.

Queres ir mais fundo no teu setor? Vê os artigos por tipo de negócio.

Queres ver como ficaria o teu? Conta-nos o que fazes e mostramos-te o teu próximo site. Desde 75 €, com domínio, alojamento e email incluídos.

Quero o meu site