As 7 armadilhas de quem faz o próprio site
Fazer o próprio site parece simples porque as partes difíceis não se veem à partida. Escolhes um modelo, escreves uns textos, carregas umas fotos. O que pode correr mal? Muita coisa, e quase toda ela silenciosa: o site fica no ar, parece funcionar, e vai perdendo clientes sem nunca te avisar.
Isto não é uma crítica a quem tenta. É o contrário: quem tenta merece saber onde estão os buracos do caminho. Estas são as sete armadilhas em que quase toda a gente cai à primeira. Nós sabemos porque é o nosso trabalho evitá-las todos os dias.
1. Tipografia e cores a olho
Dois tipos de letra que não combinam, quatro cores que gritam umas com as outras, títulos ora grandes ora pequenos. Nada disto impede o site de funcionar, mas tudo isto diz «amador» a quem entra. O visitante não analisa, sente. E sai. Um profissional escolhe duas ou três cores, um par de tipos de letra, e mantém tudo coerente do topo ao rodapé. Parece pouco. É quase tudo.
2. Texto a mais
Quando é o dono a escrever, quer contar tudo: a história, a missão, os valores, cada serviço em detalhe. O resultado são paredes de texto que ninguém lê. Na internet, quem visita decide em segundos. Precisa de perceber logo o que fazes, onde estás e como te contacta. O resto é ruído, por muito bem escrito que esteja.
3. Fotos pesadas que atrasam tudo
A foto sai do telemóvel com vários megabytes e entra no site tal e qual. Multiplica por dez fotos e tens uma página que demora uma eternidade a abrir em dados móveis. E há poucas coisas mais eficazes a afastar visitas do que um ecrã branco a carregar. As fotos precisam de ser comprimidas e redimensionadas antes de publicar, coisa que ninguém te diz na primeira noite de entusiasmo.
4. Esquecer o telemóvel
Montas o site no computador, fica bonito no computador, publicas. Mas a maioria das visitas a sites de negócios locais chega pelo telemóvel. E no telemóvel, aquele menu elegante sobrepõe-se ao título, o botão fica meio cortado, a tabela de preços obriga a fazer zoom. Testar em vários ecrãs é das partes mais chatas de fazer um site. Também é das mais importantes.
5. O formulário que ninguém recebe
Esta é a armadilha mais cruel. O formulário de contacto está lá, bonito, funcional na aparência. Só que as mensagens vão parar ao spam, ou a uma caixa de correio que ninguém abre, ou pura e simplesmente a lado nenhum porque uma configuração mudou. Os clientes escrevem, ninguém responde, e concluem que não estás interessado. Podes perder pedidos durante meses sem dar por nada.
6. Renovações e atualizações esquecidas
O domínio renova-se uma vez por ano. O certificado de segurança tem prazo. As ferramentas atualizam-se e às vezes partem coisas ao atualizar. Nada disto aparece no teu dia a dia até ao momento em que o site desaparece ou o browser começa a avisar que «esta ligação não é segura». Com o plano Business, por 14,99 €/mês, a manutenção está incluída e este parágrafo inteiro deixa de ser problema teu.
7. «Depois acabo»: o site eterno a meio
A mais comum de todas. O entusiasmo dura duas ou três sessões, depois a vida chama, e o site fica a meio: uma página «em construção», fotos provisórias, um menu com ligações que não vão dar a lado nenhum. E um site meio-feito no ar é pior do que nenhum, porque está lá, visível, a passar recibo do abandono. Escrevemos sobre este fenómeno no artigo sobre porque se desiste dos construtores de sites a meio. É mais comum do que imaginas.
Como se evitam as sete de uma vez
Todas estas armadilhas têm o mesmo antídoto: alguém que já as conhece de cor. É isso que fazemos. Respondes a um briefing em minutos, e o plano Selfie, por 75 € de pagamento único, entrega-te um site com tipografia coerente, texto na medida, fotos otimizadas, testado no telemóvel e com formulários que chegam mesmo à tua caixa. Domínio, alojamento e email incluídos no primeiro ano. E se estás em cima da hora, o Modo Flash entrega tudo em 2 a 4 horas por +25 €. Se ainda estás a pesar se um site te faz falta, o guia sobre porque ter um site próprio é o sítio certo para começar.
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