Site no Dia

Porque as redes sociais não substituem um site

Publicas com regularidade. Respondes às mensagens. Tens seguidores que gostam do que fazes. E mesmo assim as publicações chegam a cada vez menos gente. Não é impressão tua: é o algoritmo a fazer o trabalho dele, que é decidir quem vê o quê. E a tendência é clara: mostrar menos o teu conteúdo a quem te segue, a não ser que pagues para isso.

Pior: tudo o que construíste vive em terreno alugado. O perfil, os seguidores, as fotografias, as avaliações. Basta uma suspensão, um bloqueio por engano ou uma mudança de regras para perderes o acesso a tudo de um dia para o outro. Sem aviso, sem recurso rápido, sem plano B. Se o teu negócio depende só das redes, depende de decisões que não são tuas.

O algoritmo decide quem te vê (e mostra cada vez menos)

Nas redes sociais não escolhes quem vê o teu trabalho. Uma publicação pode chegar a centenas de pessoas ou a meia dúzia, e tu não controlas a diferença. As plataformas vivem de manter as pessoas lá dentro e de vender alcance a quem paga. O teu site funciona ao contrário: quem te procura no Google encontra-te, à hora que quiser, sem depender do humor de um algoritmo. A tua página de serviços está lá hoje, amanhã e daqui a um ano, exatamente como a deixaste.

O perfil pode ser suspenso. E perdes tudo

Acontece todos os dias a negócios legítimos: uma denúncia infundada, um sistema automático que se engana, e o perfil desaparece. Anos de publicações, contactos e seguidores, tudo inacessível enquanto tentas falar com um suporte que não responde. Com um site próprio isso não acontece, porque o domínio está registado em teu nome e o conteúdo é teu. Explicámos essa diferença no artigo sobre domínio próprio: o teu nome na internet devia ser teu, não emprestado.

Sem site, não tens email nem endereço próprios

Um negócio que só existe nas redes não tem um endereço para pôr no cartão de visita, nas faturas ou nos orçamentos. Tem um «procura-me lá pelo nome» e a esperança de que o cliente encontre o perfil certo. Também não tem um email profissional com o nome do negócio, e um orçamento enviado de um email genérico convence menos do que um enviado do teu domínio. São detalhes pequenos que pesam muito na decisão de quem ainda não te conhece.

As redes atraem, o site converte. Usa os dois

Nada disto quer dizer que deixes as redes. Elas são ótimas para dar a conhecer o teu trabalho, mostrar novidades e criar relação. O que não fazem bem é fechar negócio: horários claros, preços, formulário de pedidos, uma página que responde a tudo sem distrair o cliente com o conteúdo de outros. A jogada certa é usar as redes para atrair e o site para converter. Publicas, despertas interesse, e o link na bio leva as pessoas para um sítio que é teu. No nosso guia sobre porque ter um site próprio mostramos como as duas coisas se completam.

E montar essa base é rápido: respondes a um briefing online em minutos, nós construímos e tu aprovas. O plano Selfie custa 75 €, pagamento único, com domínio, alojamento e email profissional incluídos no primeiro ano, e fica pronto em 2 a 4 dias. As tuas redes continuam a trabalhar. Só que a partir daí trabalham para um sítio que ninguém te pode tirar.

Queres ver como ficaria o teu? Conta-nos o que fazes e mostramos-te o teu próximo site. Desde 75 €, com domínio, alojamento e email incluídos.

Quero o meu site